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terça-feira, 26 de março de 2013

Entrevista com Drica Moraes:“Estou bem, estou ótima!”

Drica Moraes: “Estou bem, estou ótima!”

No ar como a Nieta, de Guerra dos Sexos e indicada para a categoria de Melhor Atriz do prêmio Shell de teatro, Drica Moraes marcou presença na premiação, no Espaço Tom Jobim, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

E, foi lá que a atriz contou sobre o convite para a peça A Primeira Vista, responsável por sua indicação:

“Eu ainda estava hospitalizada, quando fui convidada... Estou adorando fazer, agora, em abril, vamos estrear em São Paulo, no Sesc Pompeia”, comentou, revelando que está completamente recuperada da leucemia que sofreu: “Estou bem, estou ótima!”.

Sobre se dividir entre Rio e São Paulo, a atriz brincou em cima de um dos lances abordados na peça, que é o caso entre duas amigas:

“Minha vida muda, terei que morar com a Mariana Lima, teremos um caso, porque já somos amigas há muitos anos...(risos). Claro que é brincadeira. Na verdade, quando acontece de viajar com uma peça, a gente sempre tem a visita do namorado, do filho... Sempre acontece deles passarem um fim de semana comigo. E tem os amigos, também, que nunca nos deixam sozinha. Será ótimo!”

A respeito da diminuição de teatros que vem acontecendo de uns tempos pra cá (teatros sendo vendidos, fechando as portas e por ai vai...), Drica não teme a extinção do gênero: “Acho que tudo tem o seu lugar, o cinema, a internet... E o teatro sempre terá seu espaço. Tem muita gente que trabalha, assiste, ama e defende o teatro

E, além dos palcos e da tevê, ela também fará um longa: “Farei um filme com João Jardim, sobre os ltimos dias de Getlio. E filmaremos entre junho e julho. Viverei Alzira Vargas, adiantou

A peça A Primeira Vista conta a história de duas amigas, no decorrer de 15 anos. O texto de Daniel Maclvor narra as lembranças da dupla: encontros no camping, o sonho de uma banda de rock, mentiras e sessões de análise. A direção é de Enrique Diaz, marido de Mariana.

fonte:http://ofuxico.terra.com.br/noticias-sobre-famosos/drica-moraes-estou-bem-estou-otima/2013/03/20-166574.html


segunda-feira, 25 de março de 2013

Mais sobre o Prêmio APTR

http://oglobo.globo.com/rio/bairros/posts/2013/03/21/premio-aptr-no-imperator-homenageia-fernanda-montenegro-490639.asp


Prêmio APTR, no Imperator, homenageia Fernanda Montenegro



A maior premiação do teatro nacional ocorrerá na próxima segunda-feira, dia 25, às 21h, no Imperator — Centro Cultural João Nogueira. A sétima edição do prêmio APTR de teatro terá a direção de Daniel Herz, roteiro de Bruno Levinson e fará uma homenagem à atriz Fernanda Montenegro. Doze categorias receberão R$ 15 mil cada uma e a Melhor Produção receberá R$ 20 mil, totalizando R$ 200 mil. Os atores Charles Fricks e Dani Barros, vencedores de 2012, farão a apresentação da noite.

No foyer do teatro, será montada uma exposição sobre a trajetória profissional da homenageada.

— A festa será inspirada no estilo de Fernanda Montenegro: sóbria, elegante e simples. Louise Cardoso, Otávio Augusto e Jacqueline Laurence são alguns dos amigos e parceiros de Fernanda que entregarão os troféus da cerimônia — revela o diretor, Daniel Herz.

O espetáculo “O Desaparecimento do Elefante” é o campeão de indicações, disputando sete categorias: melhor espetáculo e produção (Gávea Filmes), direção (Monique Gardenberg e Michele Matalon), atriz coadjuvante (Marjorie Estiano e Fernanda de Freitas), ator coadjuvante (Kiko Mascarenhas), cenário (Daniela Thomas e Camila Schmidt) e figurino (Cláudia Kopke).

No total, 19 peças disputam o 7° Prêmio APTR de teatro. Entre elas, “O Homem Travesseiro” e “Esta Criança”. As duas concorrem em cinco indicações.

O júri do Prêmio APTR deste ano é formado por Barbara Heliodora — crítica de teatro do GLOBO —, Tânia Brandão, Macksen Luiz, Daniel Schenker, Lionel Fischer, Mauro Ferreira, Norma Thiré, Rafael Teixeira e Rodrigo Monteiro.

Prêmio APTR de Teatro- Categoria Melhor Atriz

    Indicados ao Prêmio APTR 2012
Relação dos indicados para o 7o Prêmio APTR de Teatro:

Melhor Autor:
Carla Faour - Obsessão
Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche - As Mimosas da Praça Tiradentes
Pedro Brício - Breu
Maurício Arruda Mendonça e Paulo de Moraes - A Marca da Água

Melhor Direção:
Bruce Gomlevsky - O Homem Travesseiro
João Fonseca - Dorotéia
Márcio Abreu - Esta Criança
Monique Gardenberg e Michele Matalon - O Desaparecimento do Elefante

Melhor Cenografia:
Breu - Aurora dos Campos, Maria Silvia Siqueira Campos e Miwa Yanagizawa
Esta Criança - Fernando Marés
O Desaparecimento do Elefante - Daniela Thomas
Quase Normal - Edward Monteiro

Melhor Figurino:
Gonzagão - A lenda – Kika Lopes
O Deparecimento do Elefante – Claudia Kopke
Dorotéia – Thanara Schönardie
Valsa n. 6 - Teka Fichiski

Melhor Iluminação:
Breu – Tomás Ribas
Esta Criança – Nadja Naira
O Homem Travesseiro – Luiz Paulo Nenem e Thiago Mantovani
A Marca da Água, A Primeira Vista, Édipo Rei e O Outro Van Gogh - Maneco Quinderé

Ator em papel protagonista:
Bruce Gomlevski – O Homem Travesseiro
Fernando Eiras – O Outro Van Gogh
Gregório Duvivier – Uma noite na lua
Marcos Caruso – Em nome do jogo

Atriz em papel protagonista:
Débora Lamm – Os Mamutes
Drica Moraes – A primeira vista
Renata Sorrah – Esta Criança
Vanessa Gerbeli – Quase Normal

Ator em papel coadjuvante:
Gilberto Gawronski – Dorotéia
Kiko Mascarenhas – Desaparecimento do Elefante
Ricardo Blat – O Homem Travesseiro
Tonico Pereira – A Volta ao Lar e O Homem Travesseiro

Atriz em papel coadjuvante:
Ana Baird – Obsessão
Fernanda de Freitas – O Desaparecimento do Elefante
Marjorie Estiano – O Desaparecimento do Elefante
Simone Spoladore – Depois da Queda
Categoria Especial:
Complexo Duplo
Editora Cobogó -
Marcela Altberg
Tempo Festival

Melhor Espetáculo:
Esta Criança
O Desaparecimento do Elefante
O Homem Travesseiro
Quase Normal
Melhor Música:
Era uma vez... Grimm – Tim Rescala
Gonzagão - A lenda – Alexandre Elias
Nada será como antes – Délia Fischer
Valsa n.6 – Tomás Gonzaga

Jurados:
Barbara Heliodora, Daniel Schenker, Lionel Fischer, Macksen Luiz, Mauro Ferreira, Tania Brandão, Rafael Teixeira, Rodrigo Monteiro e a produtora Norma Thiré.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Prêmio 'Shell' de Teatro anuncia vencedores da 25ª edição do Riode Janeiro

http://www.jb.com.br/cultura/noticias/2013/03/18/premio-shell-de-teatro-anuncia-vencedores-da-25a-edicao-do-riode-janeiro/


Nesta terça-feira (19), o Espaço Tom Jobim irá receber a cerimônia de entrega da 25ª edição do Prêmio Shell de Teatro do Rio de Janeiro. Mãe e filha, as atrizes Nicette Bruno e Beth Goulart serão as apresentadoras da cerimônia.
Criado em 1989, o Prêmio Shell de Teatro é referência nos palcos brasileiros. Em cada edição do prêmio são divulgadas duas listas de indicados ao longo do ano, com as peças que estrearam no primeiro e segundo semestre. Confira o regulamento pelo site: www.shell.com.br/teatro.
Os vencedores de cada categoria receberão uma escultura em metal do artista plástico Domenico Calabroni, com a forma de uma concha dourada, inspirada no logotipo da Shell, e uma premiação individual de R$ 8 mil (oito mil reais). 
A premiação é oferecida aos maiores destaques da temporada teatral, no Rio de Janeiro e em São Paulo, separadamente, em nove categorias: Autor, Diretor, Ator, Atriz, Cenário, Iluminação, Música, Figurino e Especial.
A Homenagem Especial da noite é dedicada ao ator e produtor Walmor Chagas, que faleceu no início deste ano.
Nesta edição, o júri do Rio de Janeiro foi formado por Ana Achcar, Bia Junqueira, João Madeira, Macksen Luiz e Sérgio Fonta.
Confira a lista completa de indicados ao 25º Prêmio Shell de Teatro do Rio de Janeiro:
Autor:
(2º semestre)
• Maurício Arruda Mendonça e Paulo Moraes por “A marca da água”
• Pedro Kosovski por “Cara de cavalo”
(1º semestre)
• Carla Faour por “Obsessão”
• Julia Spadaccini “Quebra-Ossos”
Direção:
(2º semestre)
• Felipe Hirsch por “O livro de itens do paciente Estevão”
• Marcio Abreu por “Esta criança”
(1º semestre)
• Henrique Tavares por ”Obsessão”
• Moacir Chaves por “A negra felicidade”
Ator:
(2º semestre)
• Bruce Gomlevsky por “O homem travesseiro”
• Leonardo Medeiros por “O livro de itens do paciente Estevão”
(1º semestre)
• Gustavo Gasparani por “As mimosas da Praça Tiradentes”
• Tonico Pereira por “A volta ao lar”
Atriz:
(2º semestre)
• Patricia Selonk por “A marca da água”
• Renata Sorrah por “Esta criança”
• Simone Spoladore por “Depois da queda”
(1º semestre)
• Drica Moraes por “A primeira vista”
• Kelzy Ecard por “Breu”
Cenário:
(2º semestre)
• Fernando Marés por “Esta criança”
• Paulo de Moraes por “A marca da água”
(1º semestre)
• Adriano Guimarães, Fernando Guimarães e Ismael Monticelli por “Nada”
• Doris Rollemberg por “Querida Helena Sergueievna”
• Vandré Silveira por “Farnese de saudade”
Figurino:
(2º semestre)
• Kika Lopes por “Gonzagão – a lenda”
• Teca Fichinski por “Valsa nº6”
(1º semestre)
• Flavio Souza por “Os mamutes”
• Samuel Abrantes por “O auto da compadecida”
Iluminação:
(2º semestre)
• Luiz Paulo Nenen e Thiago Mantovani por “O homem travesseiro”
• Nadja Naira por “Esta criança”
(1º semestre)
• Adriana Ortiz por “Adeus à carne ou go to Brazil”
• Maneco Quinderé por “A primeira vista”
Música:
(2º semestre)
• Alexandre Elias por “Gonzagão – a lenda”
• Felipe Storino por “Esta criança”
(1º semestre)
• Domenico Lancellotti por “Modéstia”
• Lucas Marcier e Fabiano Krieger por “Adeus à carne ou go to Brazil”
Categoria especial:
(2º semestre)
• Projeto “Complexo Duplo” pela política de ocupação artística do teatro Glaucio Gil.
• (1º semestre)
• Beto Carramanhos pelo visagismo dos espetáculos “As mimosas da praça Tiradentes” e “O mágico de Oz”
• Frederico Reder pela reforma e reabertura do teatro Tereza Rachel, atual Theatro Net Rio
• Grupo Alfândega 88 pela ocupação do teatro Serrado

quarta-feira, 20 de março de 2013

Crítica- A Primeira Vista- Por Lionel Fischer

http://lionel-fischer.blogspot.com.br/2012/03/teatrocritica-primeira-vista.html

Teatro/CRÍTICA

"A primeira vista"


............................................
Se lhe parece, assim é...


Lionel Fischer


"Nada é suficiente". Esta frase é repetida algumas vezes durante o espetáculo e permite, no mínimo, duas interpretações. A primeira, um tanto óbvia: um permanente estado de frustração. Já a segunda me parece mais instigante: o nada em questão seria um valor em si e, por que não? - suficiente. Mas qual das duas frases seria a mais pertinente em função do contexto? Ambas, talvez, ou quem sabe até uma terceira derivada das anteriores.

E é esta ambigüidade, esta permanente possibilidade de múltiplas interpretações que confere um interesse todo especial a "A primeira vista", de Daniel MacIvor, que acaba de entrar em cartaz no Teatro Poeira. Enrique Diz assina a direção, estando o elenco formado por Drica Moraes e Mariana Lima.

Em termos de enredo, a peça é bastante simples: mostra a relação de duas amigas que acampam, tentam formar uma banda de rock, têm um momento amoroso, tecem considerações sobre a vida. Nada de muito especial ou trascendente, já que estamos diante de duas pessoas comuns.

No entanto, esta aparente banalidade ganha contornos deliciosos 
porque dificilmente ambas concordam, seja quando discutem um fato ou o narram para a platéia. Esta, sem saber jamais aonde está a verdade, estabelece a sua, ainda que a mesma possa ser mais adiante desmentida.

E a ótima encenação de Enrique Diz está em perfeita sintonia com essa permanente alternância de pontos de vista - uma mesma passagem, por exemplo, é feita quase sempre de maneiras diversas, com as atrizes ora contracenando frontalmente, ora sem se olhar. Afora issso, cabe destacar a criativa forma como o encenador trabalha as pausas, sempre impregnadas de dúbios significados, e a imensa poesia da cena em que as atrizes, dentro de uma caixa de luz, relacionam-se com a mesma.

Com relação a Mariana Lima e Drica Moraes, confiro às duas os mesmos e apaixonados elogios. Estamos diante de duas atrizes completas, senhoras absolutas de seus vastos recursos interpretativos. E que evidenciam não apenas seu enorme prazer de estar em cena, mas também a inteligência de suas escolhas e a ótima contracena que estabelecem. Sob todos os aspectos, a atuação de ambas é um verdadeiro presente para aqueles que amam a complexa arte de representar. 

E no tocante a Drica Moraes, que travou longa batalha contra o destino e não se curvou à sua aparentemente inexorável vontade, faço questão de registrar minha emoção de vê-la retornar aos palcos e à vida mais talentosa e linda do que nunca. Que os sempre caprichosos deuses do teatro continuem abençoando sua luminosa trajetória.

Com relação à equipe técnica, destaco com o mesmo entusiasmo os trabalhos de todos os profissionais envolvidos nesta divertida e curiosa empreitada teatral - Marcos Chaves (cenografia), Antônio Medeiros (figurinos), Maneco Quinderé (iluminação), Fabiano Krieger e Lucas Marcier (música), Daniele Ávila (tradução) e Cristina Moura (preparação corporal).

A PRIMEIRA VISTA - Texto de Daniel MacIvor. Direção de Enrique Diaz. Com Drica Moraes e Mariana Lima. Teatro Poeira. Quinta a sábado, 21h. Domingo, 19h  

terça-feira, 19 de março de 2013

Drica Moraes diz que indicação ao Prêmio Shell de Teatro é mais uma vitoria após câncer



Curada de uma leucemia diagnosticada em 2010, a atriz Drica Moraes disse na noite desta terça-feira (19), durante a entrega do 25º Premio Shell de Teatro do Rio de Janeiro, que a doença já é passado e que ela ja esta completamente recuperada. Sucesso na TV e nos palcos, a atriz, que concorre na categoria Melhor Atriz, diz que a indicação é mais uma vitoria.
"Estou muito feliz com essa indicação, num tempo em que a maioria dos prêmios de teatro foi cancelada. Depois de tudo que eu passei, isso aqui é mais uma vitória, ganhando ou não, eu já saio daqui vencedora. Agora é passado, e essa minha luta estará sempre registrada nas minhas peças e nos meus trabalhos", disse a atriz.
Drica aproveitou para falar sobre os seus planos para 2013 após a novela "Guerra dos Sexos", onde interpreta a italiana Nieta. Ela adiantou que vai gravar um filme sobre Getúlio Vargas entre junho e julho: "Sigo com o meu espetáculo 'Obsessão' por pelo menos mais dois meses, e depois vou gravar o filme. A minha intenção é levar a peça pelo Brasil, mas dependo de personagem", disse a atriz.
FONTE:http://entretenimento.uol.com.br/album/2013/03/19/25-premio-shell-de-teatro-do-rio.htm#fotoNav=3

Drica, você já é uma grande vitoriosa!!! Te amamos. Sentimos muito orgulho de ti!

sábado, 16 de março de 2013

Fique de olho! Festa do Prêmio QUEM é nesta terça-feira!

CLIQUE AQUI (Foto: .)


Quer saber tudo sobre o evento que homenageará os destaques no Brasil em 2012? Fique ligado no site de QUEM! A partir das 20h30 desta terça-feira (19) você acompanha por aqui, em tempo real, a cobertura completa da 6ª edição do Prêmio QUEM, que tem patrocínio de Mary Kay e Dumont.No exclusivo jantar de confraternização, que acontece no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, serão conhecidos os 23 ganhadores de sete categorias – televisão, cinema, teatro, música, moda & beleza, gastronomia e literatura –, eleitos por votação popular no site de QUEM. A entrega dos troféus será feita por celebridades convidadas. O homenageado deste ano será conhecido somente durante a premiação. Fique ligado!Os escolhidos pelo público também aparecerão em uma matéria especial da revista QUEM que chega às bancas nesta quarta-feira, dia 20 de março.

FONTE:http://revistaquem.globo.com/Premio-QUEM-2012/noticia/2013/03/fique-de-olho-festa-do-premio-quem-e-nesta-terca-feira.html


VAMOS TORCER PELA DRICA, MELHOR ATRIZ DE TEATRO!

quarta-feira, 13 de março de 2013

Tony Ramos e Drica Moraes serão pai e filha em filme de época. Vem saber!



Parceria na telinha que se transfere para a telona. Tony Ramos e Drica Moraes, no ar no folhetim das 19h da Rede Globo, 'Guerra dos Sexos', como Otávio e Nieta, respectivamente, repetirão a dose em breve, em filme dirigido por João Jardim, de documentários como 'Janela da Alma' e 'Pro dia nascer feliz' e da ficção 'Amor?'.
Recontando o fim da vida do ex-presidente Getúlio Vargas, 'Os últimos dias de Getúlio' acompanha Vargas antes de se suicidar, recluso no Palácio do Catete, quando foi fortemente acusado de ser o mandante do atentado contra Carlos Lacerda.
No papel-título, claro, Tony Ramos, em mais um provável personagem inesquecível no cinema nacional (depois da franquia 'Se eu fosse você' e do elogiado 'Tempos de paz'). Como a filha do ex-governante, Drica Moraes entra em cena, tentando a todo custo salvar o pai.
Colaborou Beatriz Medeiros
Fonte:http://www.jb.com.br/heloisa-tolipan/noticias/2013/03/12/tony-ramos-e-drica-moraes-serao-pai-e-filha-em-filme-de-epoca-vem-saber/

sábado, 2 de março de 2013

Encontro Marcado: Drica Moraes e Mariana Lima


Encontro marcado

TEXTO Gabriela Rassy FOTO Caio Palazzo
Drica Moraes conhece Kike desde os 14 anos. Já namoraram, atuaram, fundaram juntos a Cia. dos Atores, no Rio de Janeiro, e hoje acumulam 30 anos de amizade. Mariana Lima é casada com Kike há 15 anos. Paulistana, mora com o marido e as duas filhas, Elena e Antonia, no Rio. Conheceu Drica em meados dos anos 2000 durante as apresentações do espetáculo O Rei da Vela, com a Cia. dos Atores, no Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), em São Paulo. A partir desse ponto, as duas foram se aproximando até se tornarem amigas e, hoje, parceiras de palco. “Mariana é irresistível, é dessas pessoas que você fica amiga muito rápido.”
Liga inicial entre as duas, o ator e diretor Enrique Diaz, chamado pelos amigos de Kike, as uniu na vida e as reuniu no tablado. Em cartaz desde março de 2012, A Primeira Vista, dirigida por Diaz, foi o primeiro trabalho no qual as atrizes se viram juntas em cena. E o texto fala exatamente disto: reencontros, amizade, amor,  embranças. Quando o diretor decidiu fazer a montagem, a segunda em que se vale de um texto do canadense Daniel MacIvor, Mariana se candidatou logo de cara. O convite deles à Drica veio justo no período em que ela se recuperava de uma leucemia. “A gente achou que era um momento para estarmos juntas e fazer a nossa estreia em cena”, conta Mariana. “A peça tem muito a ver com ela, com a atriz que ela é.” Para as atrizes, a combinação entre as duas foi muito bem-vinda, pois a dramaturgia abraça personagens opostas em temperamento e personalidade, tal como elas.
Drica transitou mais vezes entre comédia e drama, entre televisão, cinema e teatro. Sabe como fazer humor de um jeito mais ligeiro, mais rápido, tem um timing maior. Ainda neste ano, ganhou o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro por seu papel coadjuvante em Bruna Surfistinha – o Filme, dirigido por Marcos Baldini. O registro de Mariana está no drama, na tragédia, nas construções mais bizarras. Na comédia, ela tende para um lado mais negro, louco, absurdo, como é o caso dos seus trabalhos com o Teatro da Vertigem e, mais recentemente, com Pterodátilos, peça do norte-americano Nick Silver e dirigida por Felipe Hirsch, que lhe rendeu o Prêmio Shell de Melhor Atriz em 2010. “Por mais que a gente componha e faça tipos, tenha códigos e estilos bem particulares, trabalhamos com verdade absoluta e isso também nos une”, diz Drica. Para a atriz, as duas articulam bem esses opostos, tirando proveito disso. “É uma situação em que o jogo cênico se estabelece muito bem, porque ela não rouba em cena. Está sempre contribuindo, jogando dentro da ação.”
Jornada dupla“Você tem filhos? Só sei que muda muito a vida, o tempo fica muito curto. Não tem essa de chopinho”, diz Drica. Mariana concorda: “O complicado é a jornada dupla, no trabalho e em casa. Ficamos com pouco tempo de descanso. A vida é outra, não dá para sair toda hora”. Realmente, com tantas atividades entre palco, ensaios e gravações para a televisão, as atrizes vivem em um esquema bastante corrido. Logo após se conhecerem, Mariana engravidou de Elena e Drica tentava fazer inseminação artificial. Depois se encheu e entrou na fila da adoção. “Tivemos sempre esse viés de falar de crianças e de começo da vida de adulta.”
Quando Drica adotou Matheus, hoje com 3 anos, Mariana já tinha duas filhas. Elas passaram então a fazer mais coisas juntas e a viver um mesmo assunto. São tantos encontros, além das viagens com a peça, que Matheus já chama Antonia de irmã. “A gente acaba pegando um pouco desse afeto para a gente”, diz Drica. Nesse embalo da maternidade, as duas trocam experiências, falam sobre criação, sobre como deixar que os filhos se virem e também como é importante um pouco de frustração diária na vida das crianças para que cresçam bem.
Nas viagens, quando possível, elas tentam conciliar as famílias. Cada vez é uma história diferente: com as crianças, com os pais, com o namorado da Drica. “Tem essas oportunidades em que eles se juntam enquanto a gente trabalha, então dá um clima Novos Baianos – ou ‘velhos baianos’, no caso”, ri Drica.
Duas palhaças
Em A Primeira Vista, a personagem de Mariana é mais etérea, desligadona, lenta e até um pouco bicho-grilo. A de Drica é pragmática, prática, racional, rápida. Esse contraponto é nítido. São dois papéis que carregam emoção, complexidade, mas que têm o timing da piada. A definição das figuras dramáticas veio num bilhete enviado pelo ator Guel Arraes, após assistir a uma apresentação: duas palhaças. Drica, a palhaça solar, e Mariana, a lunar. “Tem mesmo uma coisa do circo, de fazer ali na hora e de apresentar os truques ao público, porque não tem cenários, figurinos ou grandes mistérios”, explica Drica.
A Primeira Vista trata de um recorte de tempo entre o passado e o presente, em que as personagens reveem e revivem o período entre a juventude e a vida madura. Fala do desafio de começar algo novo, de se arriscar profissionalmente, e também sexualmente, e de tomar decisões afetivas. “Levamos para o ensaio muito da nossa memória pessoal e nos reconhecemos um pouco na estupidez que há no começar alguma coisa. Como a gente erra, se atropela, faz escolhas erradas no começo da carreira, da vida, ou como deixa de fazer o que queria ter feito”, conta Drica. A atriz acredita que o público, de um modo geral, se identifica, assim como elas, com a beleza desse momento de fragilidade que é sair da adolescência e ingressar na vida adulta.
Nessa fase de buscas e mudanças, as personagens decidem formar a banda Ukuleladies, referência ao ukulele, instrumento que tocam em cena. Uma queria, a outra acabou indo junto, e elas começaram esse projeto musical meio falido, já que não eram exatamente musicistas sensacionais. Para o diretor, isso faz parte desse limite da amizade e do amor, de fazer o que a outra quer, mesmo sem querer muito.
Para Diaz, elas acabaram naturalmente levando muito da peça para a vida pessoal. A Mariana voltou a tocar baixo, as filhas se interessaram e começaram a tocar. Até mesmo o ukulele passou a fazer parte da vida de Mariana, que vez ou outra toca o instrumento em casa. “Acho que tem um limite muito tênue entre a arte e a vida. Como nunca estamos de férias, acabamos vivendo muito aquilo que fazemos”, aponta Mariana. Já Drica namorou a música desde sempre. Fez alguns musicais, estudou piano na adolescência e o ukulele veio fazer parte desse universo musical.
A facilidade de incorporar os personagens à vida também vem do estilo de dramaturgia de Daniel MacIvor. Para Drica, ele escreve de um jeito inacabado, no qual as personagens falam pérolas de profunda sabedoria, travam um embate de ideias complexas, mas de forma fluida, quase displicente, coloquial. “A peça é muito leve. Parece que nem foi escrita para o teatro, e sim que foi improvisada”, analisa. Visualmente, é um espetáculo bastante minimalista: pouquíssimos objetos em cena, figurino composto de calça jeans e camiseta, um fundo infinito. Nada interfere no texto e no contato com o público. A direção de Enrique Diaz inclui cenas em que as duas olham nos olhos do público. “Isso gera uma atividade profunda com a plateia, que é incluída no jogo cênico. É como se eles tivessem um personagem e contracenassem com você.”
A peça foi o primeiro trabalho de Drica Moraes depois do câncer e, segundo Mariana, ela impressionantemente teve muita energia para trabalhar. O casal amigo criou as melhores condições possíveis para desenvolver os ensaios: uma boa comida e um bom ambiente, prazeroso, saudável. “Às vezes, nós nos enfiávamos num porão, não comíamos direito. Nesse caso, forçávamos a barra para ter uma pausa para um lanche, para não ser puxado demais, mas acabava que os workaholics aqui ensaiavam seis horas por dia. E ela também não arregava”, conta Mariana. “Eu falava: ‘vamos parar, tem a Drica’. Mas por ela ia embora.”
Com o trabalho acontecendo, a atriz foi ganhando tônus, agilidade, memória. Enrique Diaz conta que era um momento em que eles queriam estar próximos dela. “Foi leve, sensível. A peça teve também essa ‘função’, de nos unir mais.” Para Drica, o processo foi fundamental na sua recuperação. Com todo esse aparato afetivo de trabalhar entre amigos, ela se encontrou num lugar muito seguro, pronta para poder enlouquecer de novo. “O palco sempre tem um pouco de loucura. Uma loucura boa”, diz.

 fonte:http://177.71.181.22/materiacontinuum/encontro-marcado/

Drica e Mari no programa Sem Censura;




Programa completo;

Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=265mrSykteQ

Relembrando: A primeira Vista.




Para quem já sente saudades.... Mais vídeos de D & M.







Drica Moraes perfeita como Nieta, de “Guerra dos Sexos” .



CRÍTICA: Drica Moraes perfeita como Nieta, de “Guerra dos Sexos” 
Drica Moraes, Guerra dos Sexos

audiência e faturamento elevados. Por isso, a emissora não mede esforços na realização dos folhetins diários. Neste departamento estão os melhores diretores, produtores e autores e é a reunião de muitos profissionais que garante o sucesso. Mas, sem um bom intérprete não há história que, por melhor que seja, conquista o telespectador.
“Guerra dos Sexos” é um excelente exemplo da importância de um elenco bem escolhido. Entre os vários nomes de peso está a atriz Drica Moraes, perfeita no papel de Nieta, uma mulher com muitas mágoas, uma certa inveja da irmã, seca nas relações, mas apaixonada (ao seu modo) por sua família. Drica encontrou o caminho certo para essa personagem e envolveu o telespectador com sua verdade. Nos últimos três capítulos foi impossível não aplaudir sua interpretação. Nieta reencontra o calor da paixão com seu marido, acredita na vida, renasce com o calor de uma noite, se transforma e sorri, mas não deixa de ser quem é. Uma interpretação verdadeira até no sotaque mais carregado das famílias italianas que habitam a São Paulo dos dias atuais. É por isso que vale a pena assistir às novelas. Pelo trabalho de quem é realmente bom.
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Drica Moraes curte noite cultural com o marido.


Drica Moraes vai com marido assistir peça no RJ (Foto: Thyago Andrade  / FotoRioNews)

Drica Moraes aproveitou a noite desta sexta-feira, 1, para conferir o musical "A Família Addams", em cartaz na Zona Sul do Rio de Janeiro. A atriz estava acompanhada do marido, o médico Fernando Pitanga.



Drica Moraes vai com marido assistir peça no RJ (Foto: Thyago Andrade  / FotoRioNews)

Atualmente no ar na novela "Guerra dos Sexos", Drica Moraes comemora a recuperação após o  transplante de medúla óssea.
Fonte: Ego.com



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